Felipe, esta página tem duas coisas: os números dos seus anúncios no último mês, pra você examinar com calma, e as artes novas pra você aprovar. O anúncio que já está no ar continua rodando do jeito que está — nada aqui mexe nele.
Puxamos direto da sua conta agora. Período: 29 de junho a 28 de julho. Dá uma olhada com calma — é o que explica por que a gente quer arte nova.
| Anúncio | Investido | Conversas | Custo por conversa |
|---|---|---|---|
| Consulta R$ 150no ar desde 15 de julho | R$ 166,20 | 22 | R$ 7,55 |
| Mensagens de abrilcampanha antiga · já pausada | R$ 332,35 | 30 | R$ 11,08 |
| Vídeo Dr. Kpausado hoje | R$ 100,26 | 0 | — |
| Vídeo Fisiopausado hoje | R$ 102,72 | 0 | — |
| Vídeo Cuidadopausado hoje | R$ 84,47 | 0 | — |
| Conta inteira | R$ 786,00 | 52 | R$ 15,12 |
Junho fechou em R$ 11,63 por conversa e julho em R$ 16,71 — na média da conta. Parece piora, mas não é: em julho quase um terço da verba foi para os três vídeos que não trouxeram conversa nenhuma. Eles puxaram a média da conta inteira pra cima.
Tirando eles da conta, o que sobrou é o melhor resultado que a clínica já teve. É isso que a gente quer multiplicar.
O anúncio que funciona não se mexe. O limite hoje não é ele — é que existe um só. Anúncio único cansa rápido quando se investe mais, e é por isso que precisamos de arte nova aprovada.
A peça é lida como uma nota da página de saúde de um jornal local: manchete, foto com legenda, informação. A pessoa lê como notícia por um segundo antes de perceber que é anúncio — e é aí que ela não pula.
Importante: a peça assina Porto Life. Não usamos nome, logo ou selo de nenhum jornal, nem "reportagem" ou assinatura de jornalista. Isso seria enganoso e reprovaria no Facebook. O que a gente empresta é o jeito de informar.
Fala com o homem de 45 a 60 que vem adiando, e também com a esposa ou a filha — que na prática é quem marca a consulta dele. Leva direto pro WhatsApp.
A tarja laranja escrita "FALTA" é proposital: é o lugar de um número real seu (nota do Google ou quantidade de atendimentos). Ela existe pra ninguém esquecer de preencher — no anúncio de verdade não vai aparecer.
Metade da foto é um ponto conhecido de Porto Velho, metade é o assunto do anúncio. Três motivos:
E tem uma coincidência boa: as Três Caixas d'Água são o marco do abastecimento de água da cidade. Cuidar da saúde de Porto Velho combina.
O espaço é estreito e em pé, então só funciona ponto "alto", vertical. Testamos três:
Atenção — e é o ponto mais importante desta página. As imagens que você está vendo foram feitas por computador, só pra você aprovar a ideia. Elas não vão pro ar. Ficaram parecidas, mas parecidas não serve: quem mora em Porto Velho percebe na hora que a estrutura está um pouco errada — e aí o ponto da cidade passa a atrapalhar em vez de ajudar.
A solução é simples e não custa quase nada: as Caixas d'Água e a locomotiva ficam no centro, a minutos da clínica. O fotógrafo que já vai na sexta passa nos dois e resolve. Essas fotos ficam suas pra sempre, pra usar em qualquer anúncio futuro.
Cada um fala com uma pessoa diferente, sobre um serviço diferente. Não são cinco versões do mesmo — são cinco portas de entrada.
As imagens acima também são de referência, feitas por computador. Elas servem de roteiro pra manhã de fotos: mostram exatamente qual cena precisamos de cada anúncio.
O anúncio que está no ar traz "R$ 150" em destaque e é justamente o que performa melhor. Só que preço estampado em anúncio de clínica é assunto de publicidade médica, e quem responde por isso é o responsável técnico da clínica.
Valida com ele, por favor. Se puder, seguimos com preço. Se não puder, trocamos por "agenda de agosto com vagas limitadas" — funciona bem e não tem discussão. Enquanto não voltar, montamos a versão sem preço.
Na semana passada falamos de três cenas. Com cinco anúncios, a lista virou:
Tudo cabe numa manhã. Uma coisa é obrigatória: todo mundo que aparecer assina autorização de uso de imagem — paciente, acompanhante e equipe. É informação de saúde; sem o papel assinado a foto não pode ir pro ar. A gente leva os termos prontos.
Toda peça precisa de um número real no lugar daquela tarja laranja. Serve o que você tiver: nota e quantidade de avaliações no Google, quantidade de atendimentos, quantos anos de clínica.
Adjetivo não convence mais ninguém — "atendimento humanizado" todo mundo escreve. Número convence.
O anúncio que funciona continua no ar do jeito que está. Você olha os números, escolhe entre a foto dividida e a foto única, responde os três pontos — e na sexta a gente faz as fotos de verdade, que é o que falta pras cinco artes ficarem prontas.
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